quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

TERREMOTOS Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer? Exatamente o que disse o General: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. E o que isso quer dizer para a nossa vida? Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos. Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo. É assim que a história nos ensina. Por isso a história é 'a mestra da vida'. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Ética é uma coisa relativa?
O sociólogo Peter Berger escreveu um delicioso livrinho: "Introdução à Sociologia". Um dos seus capítulos tem um título irônico e, no mínimo, curioso: "Como trapacear e se manter ético ao mesmo tempo". Estranho à primeira vista. Mas logo se percebe que, na política moderna, é de suma importância juntar ética e trapaça. Para explicar vou contar uma historieta. Havia numa pequena cidade dos Estados Unidos uma igreja batista. Os batistas, como se sabe, são um ramo do cristianismo muito rigoroso nos seus princípios éticos. Havia na mesma cidade uma fábrica de cerveja que, para a igreja batista, era a vanguarda de Satanás. O pastor não poupava a fábrica de cerveja nas suas pregações... Aconteceu, entretanto, que, por razões "pouco esclarecidas", a fábrica de cerveja fez uma doação de 500 mil dólares para a dita igreja. Foi um auê.. Os membros mais ortodoxos da igreja foram unânimes em denunciar aquela quantia como dinheiro do Diabo e que não poderia ser aceito. Mas, passada a exaltação dos primeiros dias, acalmados os ânimos, os mais ponderados começaram a analisar os benefícios que aquele dinheiro poderia trazer: uma pintura nova para a igreja, um órgão de tubos, jardins mais bonitos, um salão social para festas. Reuniu-se então a igreja em assembléia para uma decisão democrática. Depois de muita discussão registrou-se a seguinte decisão no livro de atas: "A Igreja Batista Betel resolve aceitar a oferta de 500 mil dólares feita pela Cervejaria na firme convicção de que o Diabo ficará furioso quando souber que o seu dinheiro vai ser usado para a glória de Deus."
Domingo, 26 de Outubro de 2008

Cachorro Velho
Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho cachorro com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cachorro, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cachorro percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço. O cachorro velho pensa: – “oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou a sua volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cachorro ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador. Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: - Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira em direção das árvores. –“Caramba! Pensa o leopardo, essa foi por pouco! O velho cachorro quase me pega!Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que viu. Negociaria com o predador seu conhecimento de que o cachorro não havia comido leopardo algum, por proteção para si mesmo. E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa: - “Aí tem coisa!”. O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: - “Aí, macaco! Suba nas minhas costas para ver o que acontece com aquele cachorro abusado!”Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: - “E agora o que é que eu posso fazer? Mas em vez de correr (sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...), o cachorro senta, mais uma vez dando as costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz: – “Cadê o safado daquele macaco? Estou com fome! Eu o mandei buscar outro leopardo para mim, e ele tá demorando tanto!”.Moral da história: Não mecha com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõe à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Sofismas famosos!
“Já dizia o sábio grego que todo grego quando falava mentia. Mas se todo grego quando falava mentia o sábio grego também mentia. Mas se mentia, dizia a verdade quando falava que todo grego quando falava mentia. Mas se falava a verdade, mentia! Mas se mentia, falava a verdade!” Mentia ou falava a verdade?Outro legal.“Se Deus é todo poderoso e pode tudo, ele pode fazer uma pedra que não possa carregar! Mas se ele não puder carregar a pedra que fez, não pode tudo! Mas pode tudo se fizer uma pedra que não possa carregar! Mas se não carregar a pedra não pode tudo! Mas pode tudo, inclusive fazer uma pedra que não possa carregar! Pode tudo ou não pode?Deus é concreto ou abstrato?“As nossas idéias dependem do nosso pensamento para existir, certo? E tudo que existe de concreto não depende do nosso pensamento para existir, pois se morrêssemos agora tudo continuaria existindo, certo? A questão é: Deus depende do nosso pensamento para existir? Se a resposta for não, Deus é concreto e não depende do nosso pensamento para existir! Se a resposta for sim, Deus é abstrato e depende do nosso pensamento para existir!”
três monges....
Certa vez três monges fizeram um pacto, um pacto de silêncio. Por nenhum motivo falariam uma palavra sequer...Ficaram meditando, à luz de uma vela... à noite o forte vento começou a fazer a vela tremular foi quando um monge falou:"olha a vela está se apagando"."-Não fale nada, nosso pact não permitia palavras." Retrucou o segundo monge.Foi quando o terceiro monge falou:"- Parem de falar voces estão quebrando o pacto.".--Pois é... quando reprimimos e cuidamos dos erros dos outros acabamos esuecendo os nossos.--Boa Noite.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Lendas Urbanas

Propaganda Subliminar.

Na década de 60, em plena ditadura militar no Brasil (e guerra fria no mundo), enquanto centenas de pessoas morriam pisoteadas em meio às multidões enlouquecidas pelos shows dos beatles, circulava de boca em pé de orelha, em bares e reuniões dançantes, a história de uma horripilante pesquisa realizada pela CIA sobre a famigerada propaganda subliminar.Na época comentava-se, inclusive, de que esta “propaganda” teria sido largamente usada por Hitler na sua demente carnificina. E mais, segundo os vanguardeiros daqueles anos de chumbo este tipo de técnica de hipnose coletiva para manipulação das massas já existia desde os primórdios do cinema, no início do século XX.A técnica subliminar consistia no seguinte artifício: colocavam-se frases comandos, intercaladas, entre os quadrinhos da fita do filme que seria projetado, baseado na premissa de que na visão humana o cérebro de uma pessoa que assiste a uma sessão cinemetográfica consegue captar inconscientemente as frases comandos, devido ao fato de que os olhos perceberiam a movimentação no filme de 46 em 46 quadrinhos, daí a chave para o funcionamento da propaganda sacana, ou seja, sem ter consciência os olhos da pessoa captariam a imagem da frase elaborada pelos patifes e mandaria direto para as camadas inconscientes da mente da vítima, sem passarem pelo filtro dos freios morais, causando nos espectadores uma espécie de comando hipnótico.A CIA teria, então, para comprovar a falcatrua, promovido uma sessão de cinema aberta ao público, em New York (talvez você tenha participado), em que as frases comandos colocadas na fita seriam “beba coca-cola e coma pipoca”. Durante a exibição da película foi tudo normal como em qualquer outra, mas no final, quando os espectadores saíram do prédio do cine, aglomeraram-se histericamente em torno de duas barraquinhas colocadas estrategicamente nos dois lados da saída, sendo que uma vendia pipoca e a outra coca-cola. Nem é preciso dizer que todos os produtos foram vendidos!