sexta-feira, 5 de março de 2010

minha turma B21 e eu estamos tentando montar um link para exibir nossos trabalhos realizados em aula assim todos que entrarem poderao nos dar sugestoes de como melhorar nosso dia-a-dia escolar. Grande beijo e atë mais

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Faça este belo teste!


Teste de associação por imagem

Posicione por ordem de prioridade os seguintes animais:
Vaca, tigre, ovelha, cavalo e cervo
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Descreva três sentimentos que lhe inspiram cada um dos seguintes termos:
Café____
Cachorro____
Rato____
Mar---

Associe uma pessoa de suas relações a cada uma das seguintes cores:Amarelo:...............................Laranja:............................
Vermelho:.......................................Branco:.............................
Verde:..........................


......................................................................................................
Resultados: (vaca/carreira), (tigre/orgulho), (ovelha/amor), (cavalo/família) (cervo/dinheiro), (café/sexo), (cachorro/própria personalidade), (rato/inimigo),(mar/própria vida), (amarelo/alguém que nunca esqueceremos), (laranja/amigo de fé), (vermelho/alguém que você gosta muito), ( branco/ sua alma gêmea), (verde/uma pessoa que você se recordará pelo resto de sua vida). Fonte: Internet

Algo sobre o destino

Do Que Me Livrei!
Quem nunca passou por uma desilusão amorosa na adolescência que atire a primeira pedra. Paixão daquelas em que estamos perdidamente apaixonados, desejando ardentemente que a pessoa amada fique ao nosso lado e que corresponda ao nosso amor, todavia o desprezo é a única e amarga resposta que recebemos? Pois é, parece que faz parte do nosso complexo aprendizado como seres humanos passarmos por situações de sofrimento emocional para aprendermos a trabalhar com as frustrações da vida e, fortalecidos por estas experiências, aprendermos a enfrentar novas situações semelhantes com mais desenvoltura e segurança.
Certo dia estava conversando com um amigo enquanto caminhávamos despreocupadamente pelas ruas da velha Viamão, porém o entretimento do assunto que nos absorvia quase deixou passar despercebido a presença de uma morena super-gorda que passava na outra calçada, caminhando com sofreguidão, pois estava muito calor, e trombando as pessoas desatenciosas que cruzavam o seu caminho. O meu amigo parou bruscamente e ficou observando a estufada donzela e diante da minha indagação se tinha perdido a atração por mulheres magras, esguias, elegantes, o danado estufou o peito, e, olhando-me de viés, com um indescritível sentimento de prazer que lhe brotava aos olhos (sutil sarcasmo), quase cochichando me confidenciou: “Do que que eu me livrei!”. E suspirou aliviado, enfim.Após o susto, o amigo revelou-me de que a gorducha moçoila que lhe chamara a atenção já havia sido comparada a uma deusa grega por sua inigualável beleza! Era, no passado uma magérrima e esguia gazela que morava na sua rua, e que devido aos tão sensuais e lascívios dotes havia flechado em cheio seu pobre e amolecido coração.
Tal foi a rejeição da avassaladora paixão pela gatísssima vizinha logo que se transformou numa louca obscessão. Largou a escola, o trabalho e não ia mais ao campinho de futebol bater uma bolinha com os amigos, e festas somente se ele soubesse que ela estaria lá, mesmo que isto lhe custasse o inevitável desprezo com que o pobre diabo era tratado pela dona absoluta de seu coração.Sofrera, assim, como um cão sarnento, sem dono, vagando sem rumo pelas ruas infinitas que surgiam em sua vida durante longos e inesquecíveis anos. Até debaixo de chuva o infeliz zumbi trilhava padecendo de desprezo e indiferença quando a belíssima gata lhe esnobava. “Ela zombava de tudo que eu falava e quanto mais eu tentava conquistá-la, mais ela debochava da minha cara!”. Revelou-me, constrangido, com os olhos marejados da lembrança de tamanho sofrimento do amor não correspondido que havia penado. Mas agora que o tempo havia inflando as velas da fortuna, o meu amigo respirava aliviado pelo fim do seu drama, misturado com o prazer daquele surpreendente desfecho.
Fiquei pensando sobre aquela situação e refleti sobre quantas vezes na vida imploramos a Deus por algo que desejamos ter e só nos desiludimos. Parece que as vezes a expectativa é proporcional a frustração, e a resposta de Deus é um não tão rotundo que não escutamos por não querer escutar, ou aceitar passivamente, mas com o passar dos anos a espessa névoa da ilusão se dissipa em frente aos olhos e então enxergamos com clareza os erros que cometemos.
O futuro pode nos reservar tanto aquela pessoa desejada, como alguém com falha de caráter, com doenças mentais graves, um traste cachaceiro, ou uma puta, não interessa agora o resultado do “oba-oba” e sim o fato de que somente algo muito forte e previdente pode nos livrar com antecedência de um destino tenebroso. Talvez seja sorte, ou talvez um anjo-da-guarda, não sei ao certo, mas o santo Alívio sempre está presente quando pensamos ou dizemos “do que eu me livrei!”.
Do Que Me Livrei!Quem nunca passou por uma desilusão amorosa na adolescência que atire a primeira pedra. Paixão daquelas em que estamos perdidamente apaixonados, desejando ardentemente que a pessoa amada fique ao nosso lado e que corresponda ao nosso amor, todavia o desprezo é a única e amarga resposta que recebemos? Pois é, parece que faz parte do nosso complexo aprendizado como seres humanos passarmos por situações de sofrimento emocional para aprendermos a trabalhar com as frustrações da vida e, fortalecidos por estas experiências, aprendermos a enfrentar novas situações semelhantes com mais desenvoltura e segurança.Certo dia estava conversando com um amigo enquanto caminhávamos despreocupadamente pelas ruas da velha Viamão, porém o entretimento do assunto que nos absorvia quase deixou passar despercebido a presença de uma morena super-gorda que passava na outra calçada, caminhando com sofreguidão, pois estava muito calor, e trombando as pessoas desatenciosas que cruzavam o seu caminho. O meu amigo parou bruscamente e ficou observando a estufada donzela e diante da minha indagação se tinha perdido a atração por mulheres magras, esguias, elegantes, o danado estufou o peito, e, olhando-me de viés, com um indescritível sentimento de prazer que lhe brotava aos olhos (sutil sarcasmo), quase cochichando me confidenciou: “Do que que eu me livrei!”. E suspirou aliviado, enfim.Após o susto, o amigo revelou-me de que a gorducha moçoila que lhe chamara a atenção já havia sido comparada a uma deusa grega por sua inigualável beleza! Era, no passado uma magérrima e esguia gazela que morava na sua rua, e que devido aos tão sensuais e lascívios dotes havia flechado em cheio seu pobre e amolecido coração. Tal foi a rejeição da avassaladora paixão pela gatísssima vizinha logo que se transformou numa louca obscessão. Largou a escola, o trabalho e não ia mais ao campinho de futebol bater uma bolinha com os amigos, e festas somente se ele soubesse que ela estaria lá, mesmo que isto lhe custasse o inevitável desprezo com que o pobre diabo era tratado pela dona absoluta de seu coração.Sofrera, assim, como um cão sarnento, sem dono, vagando sem rumo pelas ruas infinitas que surgiam em sua vida durante longos e inesquecíveis anos. Até debaixo de chuva o infeliz zumbi trilhava padecendo de desprezo e indiferença quando a belíssima gata lhe esnobava. “Ela zombava de tudo que eu falava e quanto mais eu tentava conquistá-la, mais ela debochava da minha cara!”. Revelou-me, constrangido, com os olhos marejados da lembrança de tamanho sofrimento do amor não correspondido que havia penado. Mas agora que o tempo havia inflando as velas da fortuna, o meu amigo respirava aliviado pelo fim do seu drama, misturado com o prazer daquele surpreendente desfecho.Fiquei pensando sobre aquela situação e refleti sobre quantas vezes na vida imploramos a Deus por algo que desejamos ter e só nos desiludimos. Parece que as vezes a expectativa é proporcional a frustração, e a resposta de Deus é um não tão rotundo que não escutamos por não querer escutar, ou aceitar passivamente, mas com o passar dos anos a espessa névoa da ilusão se dissipa em frente aos olhos e então enxergamos com clareza os erros que cometemos.O futuro pode nos reservar tanto aquela pessoa desejada, como alguém com falha de caráter, com doenças mentais graves, um traste cachaceiro, ou uma puta, não interessa agora o resultado do “oba-oba” e sim o fato de que somente algo muito forte e previdente pode nos livrar com antecedência de um destino tenebroso. Talvez seja sorte, ou talvez um anjo-da-guarda, não sei ao certo, mas o santo Alívio sempre está presente quando pensamos ou dizemos “do que eu me livrei!”.
polêmico!
A Misteriosa SuásticaA Suástica, erroneamente chamada de "cruz" e, "símbolo criado pelos nazistas", tem sua verdadeira origem no termo sânscrito svatica, derivado de svati que significa “boa vida, boa fortuna”, de su que é “bom”, e asti, significando “ser”. Resumindo, este sinal, poderoso na cultura indiana e na semiologia moderna, quer dizer “vitória em todos os sentidos”. Foi apropriado pelos nazistas que o descobriram em meio aos antigos símbolos indo-europeus, sendo estes denominados equivocadamente de “arianos”, e considerados como uma raça superior, de super-homens nórdicos, louros guerreiros do norte da Europa (...no início haviam gigantes brancos, lembram?), e que deveriam conquistar as raças “inferiores” do sul. A questão é que apesar do conhecimento de Hitler e seus asseclas (líder e membros da antiga seita Tule) sobre a espiritualidade indiana, estas teorias etnológicas carecem de embasamento científico, e histórico. Também é importante referir que Hitler era vegetariano e mantinha dois astrólogos (de plantão), como assessores. Não tomava uma decisão importante sem consultar os mapas astrais.Certo dia estávamos sentados em baixo da enorme figueira do asham da master unid, Ananda Daksina, da organização espiritual Ananda Marga, em Viamão, e um velho filósofo indiano fazia sua preleção matinal sobre a importância da ásanas (exercícios) na ioga e na meditação. Então, já perto do término, como era de costume, passou a nos contar uma história, e desta vez era sobre a verdadeira origem da suástica, que faz parte do nosso símbolo principal, a Pratik, que, resumindo, significa vitória espiritual.“Há milênios havia uma pequena e próspera aldeia, localizada no norte da Índia, encravada numa região cercada por montanhas pelo norte e pelos dois flancos, uma espécie de ferradura, e pela frente, o sul, era “cercada” pela corredeira de um barulhento riacho, formado pelas águas cristalinas e geladas das neves derretidas da cordilheira.Devido a este isolamento geográfico (e geopolítico), os aldeões deste povoado tiveram a oportunidade de desenvolverem grandes avanços em várias áreas da cultura humana, como na agricultura de subsistência, nas artes, na ciência, no artesanato, na música, na educação, enfim, a prosperidade era tanta que sobrava-lhes tempo para a dedicação às antigas tradições filosóficas e espirituais da região, como a yoga e a meditação, proporcionando aos habitantes da pacata aldeia a construção de uma dedicada e sofisticada sociedade, baseada em valores humanos e espirituais.Esta pujança, porém, atraiu a cobiça de outras aldeias das proximidades, mais pobres, pois usavam o seu precioso tempo para a construção de armas e o treinamento de seus soldados para a guerra e conquista de territórios. Estes povoados beligerantes usavam todo o tipo de táticas e estratégias de batalha, inclusive aliando-se umas com as outras, para invadir e saquear as riquezas do seu vizinho, mas sempre saiam derrotados em suas investidas, pois os aldeões atacados, apesar de serem mais frágeis militarmente, eram protegidos pelos caprichos da natureza da região, assim não conseguiam invadir pela frente, o sul, porque a correnteza do riacho os impedia, e, pelos flancos e fundos era impossível devido as imensas escarpas das montanhas.Entrementes, a parte mais interessante é que esta posição privilegiada, em forma de aconchego, em que as montanhas estavam dispostas geravam um fenômeno meteorológico fantástico: faziam com que o vento gelado soprasse as nuvens para o local, de tal modo que elas girassem lentamente e, com freqüência, brindassem aos habitantes com a formação de uma imensa suástica branca pairando no céu azul sobre a invencível aldeia. Então, os yogues líderes passaram a atribuir àquele formato de nuvens como o sinal de um bom presságio, assim nasceu o símbolo da vitória."Janeiro de 2009
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Sem comentários
Amizade sem tratoMartha MedeirosDei pra me emocionar cada vez que falo dos amigos. Deve ser a idade, dizem que a gente fica mais sentimental. Mas é fato: quando penso no que tenho de mais valioso, os amigos aparecem em pé de igualdade com o resto da família.E quando ouço pessoas dizendo que amigo, mas amigo mesmo, a gente só tem dois ou três, empino o peito e fico até meio besta de tanto orgulho: eu tenho muito mais do que dois ou três. São uma cambada. Não é privilégio meu, qualquer pessoa poderia ter tantos assim, mas quem se dedica?Fulano é meu amigo, Sicrana é minha amiga. É nada. São conhecidos. Gente que cumprimentamos na rua, falamos rapidamente numa festa, de repente sabemos até de uma fofoca pesada sobre eles, mas amigos? Nem perto.Alguns até chegaram a ser, mas não são mais por absoluta falta de cuidado de ambas as partes.Amizade não é só empatia, é cultivo. Exige tempo, disposição. E o mais importante: o carinho não precisa - nem deve – vir acompanhado de um motivo.As pessoas se falam basicamente nos aniversários, no Natal ou para pedir um favor - tem que haver alguma razão prática ou festiva para fazer contato. Pois para saber a diferença entre um amigo ocasional e um amigo de verdade, basta tirar a razão de cena. Você não precisa de uma razão, basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem. Difícil exemplificar o que é tratar bem.Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. (alguém lembra do filme: As moças do Calendário ? Tem uma cena ao final que é ótima.) Não é preciso troca de elogios constantes, podem (e devem) até pegar no pé um do outro, delicadamente.Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia? Acho que é amor. Oh, céus! Santa pieguice, Batman! Amor? Esta lengalenga de novo?Sério, só mesmo amando um amigo para permitir que ele se atire no seu sofá e chore todas as dores dele sem que você se incomode nem um pingo com isso. Só mesmo amando para você confiar a ele o seu próprio inferno. E para não invejarem as vitórias um do outro.Por amor, você empresta suas coisas, dá o seu tempo, é honesto nas suas respostas, cuida para não ofender, abraça causas que não são suas, entra numas roubadas, compreende alguns sumiços - mas liga quando o sumiço é exagerado.Tudo isso é amizade com trato.Se amigos assim entraram na sua vida, não deixe que sumam. Porém, a maioria das pessoas não só deixa como contribui para que os amigos evaporem. Ignora os mecanismos de manutenção. Acha que amizade é algo que vem pronto e que é da sua natureza ser constante, sem precisar que a gente dê uma mãozinha. E aí um dia abrimos a mãozinha e não conseguimos contar nos dedos nem dois amigos pra valer. E ainda argumentamos que a solidão é um sintoma destes dias de hoje, tão emergenciais, tão individualistas.Nada disso. A solidão é apenas um sintoma do nosso descaso.
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

O Poder de "Poder"!
Migalha de poderMoacyr ScliarNo Rio, costumo dar uma caminhada matinal pelos jardins do Palácio do Catete, um lugar belíssimo e histórico - no Palácio moraram vários presidentes, inclusive Getúlio Vargas. Os jardins são cercados por uma alta grade. Só se pode entrar por um dos dois portões, e foi o que eu fiz, há alguns dias. O guarda que estava lá não me deixou passar: só depois das 8h, ele disse. Olhei o relógio: passavam cinco minutos das 8h, e foi o que eu disse a ele. Nesse momento, apareceu um homem que também queria entrar e que disse a mesma coisa: estava na hora. Mas o guarda não cederia tão facilmente. Disse que precisaria avisar seu superior. Ao que o homem que estava a meu lado reclamou: mas, afinal, o que regulava a entrada era o horário ou o tal superior? Não houve jeito. Só entramos depois que o guardião do paraíso falou com o superior (Deus?).O guarda dos jardins do Catete e seu superior detêm poder. Uma migalha de poder, certamente, mas poder. E, como é muito comum entre pessoas que detêm uma migalha de poder, ele faria render esta migalha o máximo possível, ignorando inclusive o regulamento. O guarda e o superior mostraram-nos que quem mandava ali não era a lógica ou o relógio, eram eles. Agora, perguntem-se: quantas vezes vocês já passaram por situações assim, numa loja, num banco, numa repartição pública.Poder não é uma coisa ruim; ruim é não poder fazer as coisas. Precisamos de pessoas que possam fazer aquilo que é necessário para outras pessoas, para a sociedade. O problema está no uso que certas pessoas fazem do poder, sobretudo de sua migalha de poder. Transformam-na numa compensação para toda espécie de frustrações. O guarda dos jardins do Catete talvez não ganhe muito, talvez tenha problemas com a família, com rivais, com seja lá quem for. Resultado: descarrega nos caras que aparecem no portão do território que ele supostamente controla. Isso no Rio, em São Paulo, em Porto Alegre, em qualquer lugar.O que fazem as pessoas? Revoltam-se, como o caso do homem que discutiu com o guarda. Ou, quando não têm o regulamento a seu lado, recorrem ao jeitinho que é o antídoto brasileiro para a rigidez da burocracia. Mas nada disso serve. Nada disso é democrático. A verdade é que herdamos uma carga de autoritarismo vinda dos tempos da colônia. Mas estamos aprendendo a mudar. E um dia entraremos nos jardins do Palácio do Catete às oito horas em ponto