sábado, 7 de fevereiro de 2009
Faça este belo teste!
Teste de associação por imagem
Posicione por ordem de prioridade os seguintes animais:
Vaca, tigre, ovelha, cavalo e cervo
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-
Descreva três sentimentos que lhe inspiram cada um dos seguintes termos:
Café____
Cachorro____
Rato____
Mar---
Associe uma pessoa de suas relações a cada uma das seguintes cores:Amarelo:...............................Laranja:............................
Vermelho:.......................................Branco:.............................
Verde:..........................
......................................................................................................
Resultados: (vaca/carreira), (tigre/orgulho), (ovelha/amor), (cavalo/família) (cervo/dinheiro), (café/sexo), (cachorro/própria personalidade), (rato/inimigo),(mar/própria vida), (amarelo/alguém que nunca esqueceremos), (laranja/amigo de fé), (vermelho/alguém que você gosta muito), ( branco/ sua alma gêmea), (verde/uma pessoa que você se recordará pelo resto de sua vida). Fonte: Internet
Algo sobre o destino
Do Que Me Livrei!
Quem nunca passou por uma desilusão amorosa na adolescência que atire a primeira pedra. Paixão daquelas em que estamos perdidamente apaixonados, desejando ardentemente que a pessoa amada fique ao nosso lado e que corresponda ao nosso amor, todavia o desprezo é a única e amarga resposta que recebemos? Pois é, parece que faz parte do nosso complexo aprendizado como seres humanos passarmos por situações de sofrimento emocional para aprendermos a trabalhar com as frustrações da vida e, fortalecidos por estas experiências, aprendermos a enfrentar novas situações semelhantes com mais desenvoltura e segurança.
Certo dia estava conversando com um amigo enquanto caminhávamos despreocupadamente pelas ruas da velha Viamão, porém o entretimento do assunto que nos absorvia quase deixou passar despercebido a presença de uma morena super-gorda que passava na outra calçada, caminhando com sofreguidão, pois estava muito calor, e trombando as pessoas desatenciosas que cruzavam o seu caminho. O meu amigo parou bruscamente e ficou observando a estufada donzela e diante da minha indagação se tinha perdido a atração por mulheres magras, esguias, elegantes, o danado estufou o peito, e, olhando-me de viés, com um indescritível sentimento de prazer que lhe brotava aos olhos (sutil sarcasmo), quase cochichando me confidenciou: “Do que que eu me livrei!”. E suspirou aliviado, enfim.Após o susto, o amigo revelou-me de que a gorducha moçoila que lhe chamara a atenção já havia sido comparada a uma deusa grega por sua inigualável beleza! Era, no passado uma magérrima e esguia gazela que morava na sua rua, e que devido aos tão sensuais e lascívios dotes havia flechado em cheio seu pobre e amolecido coração.
Tal foi a rejeição da avassaladora paixão pela gatísssima vizinha logo que se transformou numa louca obscessão. Largou a escola, o trabalho e não ia mais ao campinho de futebol bater uma bolinha com os amigos, e festas somente se ele soubesse que ela estaria lá, mesmo que isto lhe custasse o inevitável desprezo com que o pobre diabo era tratado pela dona absoluta de seu coração.Sofrera, assim, como um cão sarnento, sem dono, vagando sem rumo pelas ruas infinitas que surgiam em sua vida durante longos e inesquecíveis anos. Até debaixo de chuva o infeliz zumbi trilhava padecendo de desprezo e indiferença quando a belíssima gata lhe esnobava. “Ela zombava de tudo que eu falava e quanto mais eu tentava conquistá-la, mais ela debochava da minha cara!”. Revelou-me, constrangido, com os olhos marejados da lembrança de tamanho sofrimento do amor não correspondido que havia penado. Mas agora que o tempo havia inflando as velas da fortuna, o meu amigo respirava aliviado pelo fim do seu drama, misturado com o prazer daquele surpreendente desfecho.
Fiquei pensando sobre aquela situação e refleti sobre quantas vezes na vida imploramos a Deus por algo que desejamos ter e só nos desiludimos. Parece que as vezes a expectativa é proporcional a frustração, e a resposta de Deus é um não tão rotundo que não escutamos por não querer escutar, ou aceitar passivamente, mas com o passar dos anos a espessa névoa da ilusão se dissipa em frente aos olhos e então enxergamos com clareza os erros que cometemos.
O futuro pode nos reservar tanto aquela pessoa desejada, como alguém com falha de caráter, com doenças mentais graves, um traste cachaceiro, ou uma puta, não interessa agora o resultado do “oba-oba” e sim o fato de que somente algo muito forte e previdente pode nos livrar com antecedência de um destino tenebroso. Talvez seja sorte, ou talvez um anjo-da-guarda, não sei ao certo, mas o santo Alívio sempre está presente quando pensamos ou dizemos “do que eu me livrei!”.
Quem nunca passou por uma desilusão amorosa na adolescência que atire a primeira pedra. Paixão daquelas em que estamos perdidamente apaixonados, desejando ardentemente que a pessoa amada fique ao nosso lado e que corresponda ao nosso amor, todavia o desprezo é a única e amarga resposta que recebemos? Pois é, parece que faz parte do nosso complexo aprendizado como seres humanos passarmos por situações de sofrimento emocional para aprendermos a trabalhar com as frustrações da vida e, fortalecidos por estas experiências, aprendermos a enfrentar novas situações semelhantes com mais desenvoltura e segurança.
Certo dia estava conversando com um amigo enquanto caminhávamos despreocupadamente pelas ruas da velha Viamão, porém o entretimento do assunto que nos absorvia quase deixou passar despercebido a presença de uma morena super-gorda que passava na outra calçada, caminhando com sofreguidão, pois estava muito calor, e trombando as pessoas desatenciosas que cruzavam o seu caminho. O meu amigo parou bruscamente e ficou observando a estufada donzela e diante da minha indagação se tinha perdido a atração por mulheres magras, esguias, elegantes, o danado estufou o peito, e, olhando-me de viés, com um indescritível sentimento de prazer que lhe brotava aos olhos (sutil sarcasmo), quase cochichando me confidenciou: “Do que que eu me livrei!”. E suspirou aliviado, enfim.Após o susto, o amigo revelou-me de que a gorducha moçoila que lhe chamara a atenção já havia sido comparada a uma deusa grega por sua inigualável beleza! Era, no passado uma magérrima e esguia gazela que morava na sua rua, e que devido aos tão sensuais e lascívios dotes havia flechado em cheio seu pobre e amolecido coração.
Tal foi a rejeição da avassaladora paixão pela gatísssima vizinha logo que se transformou numa louca obscessão. Largou a escola, o trabalho e não ia mais ao campinho de futebol bater uma bolinha com os amigos, e festas somente se ele soubesse que ela estaria lá, mesmo que isto lhe custasse o inevitável desprezo com que o pobre diabo era tratado pela dona absoluta de seu coração.Sofrera, assim, como um cão sarnento, sem dono, vagando sem rumo pelas ruas infinitas que surgiam em sua vida durante longos e inesquecíveis anos. Até debaixo de chuva o infeliz zumbi trilhava padecendo de desprezo e indiferença quando a belíssima gata lhe esnobava. “Ela zombava de tudo que eu falava e quanto mais eu tentava conquistá-la, mais ela debochava da minha cara!”. Revelou-me, constrangido, com os olhos marejados da lembrança de tamanho sofrimento do amor não correspondido que havia penado. Mas agora que o tempo havia inflando as velas da fortuna, o meu amigo respirava aliviado pelo fim do seu drama, misturado com o prazer daquele surpreendente desfecho.
Fiquei pensando sobre aquela situação e refleti sobre quantas vezes na vida imploramos a Deus por algo que desejamos ter e só nos desiludimos. Parece que as vezes a expectativa é proporcional a frustração, e a resposta de Deus é um não tão rotundo que não escutamos por não querer escutar, ou aceitar passivamente, mas com o passar dos anos a espessa névoa da ilusão se dissipa em frente aos olhos e então enxergamos com clareza os erros que cometemos.
O futuro pode nos reservar tanto aquela pessoa desejada, como alguém com falha de caráter, com doenças mentais graves, um traste cachaceiro, ou uma puta, não interessa agora o resultado do “oba-oba” e sim o fato de que somente algo muito forte e previdente pode nos livrar com antecedência de um destino tenebroso. Talvez seja sorte, ou talvez um anjo-da-guarda, não sei ao certo, mas o santo Alívio sempre está presente quando pensamos ou dizemos “do que eu me livrei!”.
Do Que Me Livrei!Quem nunca passou por uma desilusão amorosa na adolescência que atire a primeira pedra. Paixão daquelas em que estamos perdidamente apaixonados, desejando ardentemente que a pessoa amada fique ao nosso lado e que corresponda ao nosso amor, todavia o desprezo é a única e amarga resposta que recebemos? Pois é, parece que faz parte do nosso complexo aprendizado como seres humanos passarmos por situações de sofrimento emocional para aprendermos a trabalhar com as frustrações da vida e, fortalecidos por estas experiências, aprendermos a enfrentar novas situações semelhantes com mais desenvoltura e segurança.Certo dia estava conversando com um amigo enquanto caminhávamos despreocupadamente pelas ruas da velha Viamão, porém o entretimento do assunto que nos absorvia quase deixou passar despercebido a presença de uma morena super-gorda que passava na outra calçada, caminhando com sofreguidão, pois estava muito calor, e trombando as pessoas desatenciosas que cruzavam o seu caminho. O meu amigo parou bruscamente e ficou observando a estufada donzela e diante da minha indagação se tinha perdido a atração por mulheres magras, esguias, elegantes, o danado estufou o peito, e, olhando-me de viés, com um indescritível sentimento de prazer que lhe brotava aos olhos (sutil sarcasmo), quase cochichando me confidenciou: “Do que que eu me livrei!”. E suspirou aliviado, enfim.Após o susto, o amigo revelou-me de que a gorducha moçoila que lhe chamara a atenção já havia sido comparada a uma deusa grega por sua inigualável beleza! Era, no passado uma magérrima e esguia gazela que morava na sua rua, e que devido aos tão sensuais e lascívios dotes havia flechado em cheio seu pobre e amolecido coração. Tal foi a rejeição da avassaladora paixão pela gatísssima vizinha logo que se transformou numa louca obscessão. Largou a escola, o trabalho e não ia mais ao campinho de futebol bater uma bolinha com os amigos, e festas somente se ele soubesse que ela estaria lá, mesmo que isto lhe custasse o inevitável desprezo com que o pobre diabo era tratado pela dona absoluta de seu coração.Sofrera, assim, como um cão sarnento, sem dono, vagando sem rumo pelas ruas infinitas que surgiam em sua vida durante longos e inesquecíveis anos. Até debaixo de chuva o infeliz zumbi trilhava padecendo de desprezo e indiferença quando a belíssima gata lhe esnobava. “Ela zombava de tudo que eu falava e quanto mais eu tentava conquistá-la, mais ela debochava da minha cara!”. Revelou-me, constrangido, com os olhos marejados da lembrança de tamanho sofrimento do amor não correspondido que havia penado. Mas agora que o tempo havia inflando as velas da fortuna, o meu amigo respirava aliviado pelo fim do seu drama, misturado com o prazer daquele surpreendente desfecho.Fiquei pensando sobre aquela situação e refleti sobre quantas vezes na vida imploramos a Deus por algo que desejamos ter e só nos desiludimos. Parece que as vezes a expectativa é proporcional a frustração, e a resposta de Deus é um não tão rotundo que não escutamos por não querer escutar, ou aceitar passivamente, mas com o passar dos anos a espessa névoa da ilusão se dissipa em frente aos olhos e então enxergamos com clareza os erros que cometemos.O futuro pode nos reservar tanto aquela pessoa desejada, como alguém com falha de caráter, com doenças mentais graves, um traste cachaceiro, ou uma puta, não interessa agora o resultado do “oba-oba” e sim o fato de que somente algo muito forte e previdente pode nos livrar com antecedência de um destino tenebroso. Talvez seja sorte, ou talvez um anjo-da-guarda, não sei ao certo, mas o santo Alívio sempre está presente quando pensamos ou dizemos “do que eu me livrei!”.
polêmico!
A Misteriosa SuásticaA Suástica, erroneamente chamada de "cruz" e, "símbolo criado pelos nazistas", tem sua verdadeira origem no termo sânscrito svatica, derivado de svati que significa “boa vida, boa fortuna”, de su que é “bom”, e asti, significando “ser”. Resumindo, este sinal, poderoso na cultura indiana e na semiologia moderna, quer dizer “vitória em todos os sentidos”. Foi apropriado pelos nazistas que o descobriram em meio aos antigos símbolos indo-europeus, sendo estes denominados equivocadamente de “arianos”, e considerados como uma raça superior, de super-homens nórdicos, louros guerreiros do norte da Europa (...no início haviam gigantes brancos, lembram?), e que deveriam conquistar as raças “inferiores” do sul. A questão é que apesar do conhecimento de Hitler e seus asseclas (líder e membros da antiga seita Tule) sobre a espiritualidade indiana, estas teorias etnológicas carecem de embasamento científico, e histórico. Também é importante referir que Hitler era vegetariano e mantinha dois astrólogos (de plantão), como assessores. Não tomava uma decisão importante sem consultar os mapas astrais.Certo dia estávamos sentados em baixo da enorme figueira do asham da master unid, Ananda Daksina, da organização espiritual Ananda Marga, em Viamão, e um velho filósofo indiano fazia sua preleção matinal sobre a importância da ásanas (exercícios) na ioga e na meditação. Então, já perto do término, como era de costume, passou a nos contar uma história, e desta vez era sobre a verdadeira origem da suástica, que faz parte do nosso símbolo principal, a Pratik, que, resumindo, significa vitória espiritual.“Há milênios havia uma pequena e próspera aldeia, localizada no norte da Índia, encravada numa região cercada por montanhas pelo norte e pelos dois flancos, uma espécie de ferradura, e pela frente, o sul, era “cercada” pela corredeira de um barulhento riacho, formado pelas águas cristalinas e geladas das neves derretidas da cordilheira.Devido a este isolamento geográfico (e geopolítico), os aldeões deste povoado tiveram a oportunidade de desenvolverem grandes avanços em várias áreas da cultura humana, como na agricultura de subsistência, nas artes, na ciência, no artesanato, na música, na educação, enfim, a prosperidade era tanta que sobrava-lhes tempo para a dedicação às antigas tradições filosóficas e espirituais da região, como a yoga e a meditação, proporcionando aos habitantes da pacata aldeia a construção de uma dedicada e sofisticada sociedade, baseada em valores humanos e espirituais.Esta pujança, porém, atraiu a cobiça de outras aldeias das proximidades, mais pobres, pois usavam o seu precioso tempo para a construção de armas e o treinamento de seus soldados para a guerra e conquista de territórios. Estes povoados beligerantes usavam todo o tipo de táticas e estratégias de batalha, inclusive aliando-se umas com as outras, para invadir e saquear as riquezas do seu vizinho, mas sempre saiam derrotados em suas investidas, pois os aldeões atacados, apesar de serem mais frágeis militarmente, eram protegidos pelos caprichos da natureza da região, assim não conseguiam invadir pela frente, o sul, porque a correnteza do riacho os impedia, e, pelos flancos e fundos era impossível devido as imensas escarpas das montanhas.Entrementes, a parte mais interessante é que esta posição privilegiada, em forma de aconchego, em que as montanhas estavam dispostas geravam um fenômeno meteorológico fantástico: faziam com que o vento gelado soprasse as nuvens para o local, de tal modo que elas girassem lentamente e, com freqüência, brindassem aos habitantes com a formação de uma imensa suástica branca pairando no céu azul sobre a invencível aldeia. Então, os yogues líderes passaram a atribuir àquele formato de nuvens como o sinal de um bom presságio, assim nasceu o símbolo da vitória."Janeiro de 2009
A Misteriosa SuásticaA Suástica, erroneamente chamada de "cruz" e, "símbolo criado pelos nazistas", tem sua verdadeira origem no termo sânscrito svatica, derivado de svati que significa “boa vida, boa fortuna”, de su que é “bom”, e asti, significando “ser”. Resumindo, este sinal, poderoso na cultura indiana e na semiologia moderna, quer dizer “vitória em todos os sentidos”. Foi apropriado pelos nazistas que o descobriram em meio aos antigos símbolos indo-europeus, sendo estes denominados equivocadamente de “arianos”, e considerados como uma raça superior, de super-homens nórdicos, louros guerreiros do norte da Europa (...no início haviam gigantes brancos, lembram?), e que deveriam conquistar as raças “inferiores” do sul. A questão é que apesar do conhecimento de Hitler e seus asseclas (líder e membros da antiga seita Tule) sobre a espiritualidade indiana, estas teorias etnológicas carecem de embasamento científico, e histórico. Também é importante referir que Hitler era vegetariano e mantinha dois astrólogos (de plantão), como assessores. Não tomava uma decisão importante sem consultar os mapas astrais.Certo dia estávamos sentados em baixo da enorme figueira do asham da master unid, Ananda Daksina, da organização espiritual Ananda Marga, em Viamão, e um velho filósofo indiano fazia sua preleção matinal sobre a importância da ásanas (exercícios) na ioga e na meditação. Então, já perto do término, como era de costume, passou a nos contar uma história, e desta vez era sobre a verdadeira origem da suástica, que faz parte do nosso símbolo principal, a Pratik, que, resumindo, significa vitória espiritual.“Há milênios havia uma pequena e próspera aldeia, localizada no norte da Índia, encravada numa região cercada por montanhas pelo norte e pelos dois flancos, uma espécie de ferradura, e pela frente, o sul, era “cercada” pela corredeira de um barulhento riacho, formado pelas águas cristalinas e geladas das neves derretidas da cordilheira.Devido a este isolamento geográfico (e geopolítico), os aldeões deste povoado tiveram a oportunidade de desenvolverem grandes avanços em várias áreas da cultura humana, como na agricultura de subsistência, nas artes, na ciência, no artesanato, na música, na educação, enfim, a prosperidade era tanta que sobrava-lhes tempo para a dedicação às antigas tradições filosóficas e espirituais da região, como a yoga e a meditação, proporcionando aos habitantes da pacata aldeia a construção de uma dedicada e sofisticada sociedade, baseada em valores humanos e espirituais.Esta pujança, porém, atraiu a cobiça de outras aldeias das proximidades, mais pobres, pois usavam o seu precioso tempo para a construção de armas e o treinamento de seus soldados para a guerra e conquista de territórios. Estes povoados beligerantes usavam todo o tipo de táticas e estratégias de batalha, inclusive aliando-se umas com as outras, para invadir e saquear as riquezas do seu vizinho, mas sempre saiam derrotados em suas investidas, pois os aldeões atacados, apesar de serem mais frágeis militarmente, eram protegidos pelos caprichos da natureza da região, assim não conseguiam invadir pela frente, o sul, porque a correnteza do riacho os impedia, e, pelos flancos e fundos era impossível devido as imensas escarpas das montanhas.Entrementes, a parte mais interessante é que esta posição privilegiada, em forma de aconchego, em que as montanhas estavam dispostas geravam um fenômeno meteorológico fantástico: faziam com que o vento gelado soprasse as nuvens para o local, de tal modo que elas girassem lentamente e, com freqüência, brindassem aos habitantes com a formação de uma imensa suástica branca pairando no céu azul sobre a invencível aldeia. Então, os yogues líderes passaram a atribuir àquele formato de nuvens como o sinal de um bom presságio, assim nasceu o símbolo da vitória."Janeiro de 2009
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Sem comentários
Amizade sem tratoMartha MedeirosDei pra me emocionar cada vez que falo dos amigos. Deve ser a idade, dizem que a gente fica mais sentimental. Mas é fato: quando penso no que tenho de mais valioso, os amigos aparecem em pé de igualdade com o resto da família.E quando ouço pessoas dizendo que amigo, mas amigo mesmo, a gente só tem dois ou três, empino o peito e fico até meio besta de tanto orgulho: eu tenho muito mais do que dois ou três. São uma cambada. Não é privilégio meu, qualquer pessoa poderia ter tantos assim, mas quem se dedica?Fulano é meu amigo, Sicrana é minha amiga. É nada. São conhecidos. Gente que cumprimentamos na rua, falamos rapidamente numa festa, de repente sabemos até de uma fofoca pesada sobre eles, mas amigos? Nem perto.Alguns até chegaram a ser, mas não são mais por absoluta falta de cuidado de ambas as partes.Amizade não é só empatia, é cultivo. Exige tempo, disposição. E o mais importante: o carinho não precisa - nem deve – vir acompanhado de um motivo.As pessoas se falam basicamente nos aniversários, no Natal ou para pedir um favor - tem que haver alguma razão prática ou festiva para fazer contato. Pois para saber a diferença entre um amigo ocasional e um amigo de verdade, basta tirar a razão de cena. Você não precisa de uma razão, basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem. Difícil exemplificar o que é tratar bem.Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. (alguém lembra do filme: As moças do Calendário ? Tem uma cena ao final que é ótima.) Não é preciso troca de elogios constantes, podem (e devem) até pegar no pé um do outro, delicadamente.Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia? Acho que é amor. Oh, céus! Santa pieguice, Batman! Amor? Esta lengalenga de novo?Sério, só mesmo amando um amigo para permitir que ele se atire no seu sofá e chore todas as dores dele sem que você se incomode nem um pingo com isso. Só mesmo amando para você confiar a ele o seu próprio inferno. E para não invejarem as vitórias um do outro.Por amor, você empresta suas coisas, dá o seu tempo, é honesto nas suas respostas, cuida para não ofender, abraça causas que não são suas, entra numas roubadas, compreende alguns sumiços - mas liga quando o sumiço é exagerado.Tudo isso é amizade com trato.Se amigos assim entraram na sua vida, não deixe que sumam. Porém, a maioria das pessoas não só deixa como contribui para que os amigos evaporem. Ignora os mecanismos de manutenção. Acha que amizade é algo que vem pronto e que é da sua natureza ser constante, sem precisar que a gente dê uma mãozinha. E aí um dia abrimos a mãozinha e não conseguimos contar nos dedos nem dois amigos pra valer. E ainda argumentamos que a solidão é um sintoma destes dias de hoje, tão emergenciais, tão individualistas.Nada disso. A solidão é apenas um sintoma do nosso descaso.
Sem comentários
Amizade sem tratoMartha MedeirosDei pra me emocionar cada vez que falo dos amigos. Deve ser a idade, dizem que a gente fica mais sentimental. Mas é fato: quando penso no que tenho de mais valioso, os amigos aparecem em pé de igualdade com o resto da família.E quando ouço pessoas dizendo que amigo, mas amigo mesmo, a gente só tem dois ou três, empino o peito e fico até meio besta de tanto orgulho: eu tenho muito mais do que dois ou três. São uma cambada. Não é privilégio meu, qualquer pessoa poderia ter tantos assim, mas quem se dedica?Fulano é meu amigo, Sicrana é minha amiga. É nada. São conhecidos. Gente que cumprimentamos na rua, falamos rapidamente numa festa, de repente sabemos até de uma fofoca pesada sobre eles, mas amigos? Nem perto.Alguns até chegaram a ser, mas não são mais por absoluta falta de cuidado de ambas as partes.Amizade não é só empatia, é cultivo. Exige tempo, disposição. E o mais importante: o carinho não precisa - nem deve – vir acompanhado de um motivo.As pessoas se falam basicamente nos aniversários, no Natal ou para pedir um favor - tem que haver alguma razão prática ou festiva para fazer contato. Pois para saber a diferença entre um amigo ocasional e um amigo de verdade, basta tirar a razão de cena. Você não precisa de uma razão, basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem. Difícil exemplificar o que é tratar bem.Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. (alguém lembra do filme: As moças do Calendário ? Tem uma cena ao final que é ótima.) Não é preciso troca de elogios constantes, podem (e devem) até pegar no pé um do outro, delicadamente.Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia? Acho que é amor. Oh, céus! Santa pieguice, Batman! Amor? Esta lengalenga de novo?Sério, só mesmo amando um amigo para permitir que ele se atire no seu sofá e chore todas as dores dele sem que você se incomode nem um pingo com isso. Só mesmo amando para você confiar a ele o seu próprio inferno. E para não invejarem as vitórias um do outro.Por amor, você empresta suas coisas, dá o seu tempo, é honesto nas suas respostas, cuida para não ofender, abraça causas que não são suas, entra numas roubadas, compreende alguns sumiços - mas liga quando o sumiço é exagerado.Tudo isso é amizade com trato.Se amigos assim entraram na sua vida, não deixe que sumam. Porém, a maioria das pessoas não só deixa como contribui para que os amigos evaporem. Ignora os mecanismos de manutenção. Acha que amizade é algo que vem pronto e que é da sua natureza ser constante, sem precisar que a gente dê uma mãozinha. E aí um dia abrimos a mãozinha e não conseguimos contar nos dedos nem dois amigos pra valer. E ainda argumentamos que a solidão é um sintoma destes dias de hoje, tão emergenciais, tão individualistas.Nada disso. A solidão é apenas um sintoma do nosso descaso.
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
O Poder de "Poder"!
Migalha de poderMoacyr ScliarNo Rio, costumo dar uma caminhada matinal pelos jardins do Palácio do Catete, um lugar belíssimo e histórico - no Palácio moraram vários presidentes, inclusive Getúlio Vargas. Os jardins são cercados por uma alta grade. Só se pode entrar por um dos dois portões, e foi o que eu fiz, há alguns dias. O guarda que estava lá não me deixou passar: só depois das 8h, ele disse. Olhei o relógio: passavam cinco minutos das 8h, e foi o que eu disse a ele. Nesse momento, apareceu um homem que também queria entrar e que disse a mesma coisa: estava na hora. Mas o guarda não cederia tão facilmente. Disse que precisaria avisar seu superior. Ao que o homem que estava a meu lado reclamou: mas, afinal, o que regulava a entrada era o horário ou o tal superior? Não houve jeito. Só entramos depois que o guardião do paraíso falou com o superior (Deus?).O guarda dos jardins do Catete e seu superior detêm poder. Uma migalha de poder, certamente, mas poder. E, como é muito comum entre pessoas que detêm uma migalha de poder, ele faria render esta migalha o máximo possível, ignorando inclusive o regulamento. O guarda e o superior mostraram-nos que quem mandava ali não era a lógica ou o relógio, eram eles. Agora, perguntem-se: quantas vezes vocês já passaram por situações assim, numa loja, num banco, numa repartição pública.Poder não é uma coisa ruim; ruim é não poder fazer as coisas. Precisamos de pessoas que possam fazer aquilo que é necessário para outras pessoas, para a sociedade. O problema está no uso que certas pessoas fazem do poder, sobretudo de sua migalha de poder. Transformam-na numa compensação para toda espécie de frustrações. O guarda dos jardins do Catete talvez não ganhe muito, talvez tenha problemas com a família, com rivais, com seja lá quem for. Resultado: descarrega nos caras que aparecem no portão do território que ele supostamente controla. Isso no Rio, em São Paulo, em Porto Alegre, em qualquer lugar.O que fazem as pessoas? Revoltam-se, como o caso do homem que discutiu com o guarda. Ou, quando não têm o regulamento a seu lado, recorrem ao jeitinho que é o antídoto brasileiro para a rigidez da burocracia. Mas nada disso serve. Nada disso é democrático. A verdade é que herdamos uma carga de autoritarismo vinda dos tempos da colônia. Mas estamos aprendendo a mudar. E um dia entraremos nos jardins do Palácio do Catete às oito horas em ponto
O Poder de "Poder"!
Migalha de poderMoacyr ScliarNo Rio, costumo dar uma caminhada matinal pelos jardins do Palácio do Catete, um lugar belíssimo e histórico - no Palácio moraram vários presidentes, inclusive Getúlio Vargas. Os jardins são cercados por uma alta grade. Só se pode entrar por um dos dois portões, e foi o que eu fiz, há alguns dias. O guarda que estava lá não me deixou passar: só depois das 8h, ele disse. Olhei o relógio: passavam cinco minutos das 8h, e foi o que eu disse a ele. Nesse momento, apareceu um homem que também queria entrar e que disse a mesma coisa: estava na hora. Mas o guarda não cederia tão facilmente. Disse que precisaria avisar seu superior. Ao que o homem que estava a meu lado reclamou: mas, afinal, o que regulava a entrada era o horário ou o tal superior? Não houve jeito. Só entramos depois que o guardião do paraíso falou com o superior (Deus?).O guarda dos jardins do Catete e seu superior detêm poder. Uma migalha de poder, certamente, mas poder. E, como é muito comum entre pessoas que detêm uma migalha de poder, ele faria render esta migalha o máximo possível, ignorando inclusive o regulamento. O guarda e o superior mostraram-nos que quem mandava ali não era a lógica ou o relógio, eram eles. Agora, perguntem-se: quantas vezes vocês já passaram por situações assim, numa loja, num banco, numa repartição pública.Poder não é uma coisa ruim; ruim é não poder fazer as coisas. Precisamos de pessoas que possam fazer aquilo que é necessário para outras pessoas, para a sociedade. O problema está no uso que certas pessoas fazem do poder, sobretudo de sua migalha de poder. Transformam-na numa compensação para toda espécie de frustrações. O guarda dos jardins do Catete talvez não ganhe muito, talvez tenha problemas com a família, com rivais, com seja lá quem for. Resultado: descarrega nos caras que aparecem no portão do território que ele supostamente controla. Isso no Rio, em São Paulo, em Porto Alegre, em qualquer lugar.O que fazem as pessoas? Revoltam-se, como o caso do homem que discutiu com o guarda. Ou, quando não têm o regulamento a seu lado, recorrem ao jeitinho que é o antídoto brasileiro para a rigidez da burocracia. Mas nada disso serve. Nada disso é democrático. A verdade é que herdamos uma carga de autoritarismo vinda dos tempos da colônia. Mas estamos aprendendo a mudar. E um dia entraremos nos jardins do Palácio do Catete às oito horas em ponto
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
O Poder de "Poder"!
Migalha de poderMoacyr ScliarNo Rio, costumo dar uma caminhada matinal pelos jardins do Palácio do Catete, um lugar belíssimo e histórico - no Palácio moraram vários presidentes, inclusive Getúlio Vargas. Os jardins são cercados por uma alta grade. Só se pode entrar por um dos dois portões, e foi o que eu fiz, há alguns dias. O guarda que estava lá não me deixou passar: só depois das 8h, ele disse. Olhei o relógio: passavam cinco minutos das 8h, e foi o que eu disse a ele. Nesse momento, apareceu um homem que também queria entrar e que disse a mesma coisa: estava na hora. Mas o guarda não cederia tão facilmente. Disse que precisaria avisar seu superior. Ao que o homem que estava a meu lado reclamou: mas, afinal, o que regulava a entrada era o horário ou o tal superior? Não houve jeito. Só entramos depois que o guardião do paraíso falou com o superior (Deus?).O guarda dos jardins do Catete e seu superior detêm poder. Uma migalha de poder, certamente, mas poder. E, como é muito comum entre pessoas que detêm uma migalha de poder, ele faria render esta migalha o máximo possível, ignorando inclusive o regulamento. O guarda e o superior mostraram-nos que quem mandava ali não era a lógica ou o relógio, eram eles. Agora, perguntem-se: quantas vezes vocês já passaram por situações assim, numa loja, num banco, numa repartição pública.Poder não é uma coisa ruim; ruim é não poder fazer as coisas. Precisamos de pessoas que possam fazer aquilo que é necessário para outras pessoas, para a sociedade. O problema está no uso que certas pessoas fazem do poder, sobretudo de sua migalha de poder. Transformam-na numa compensação para toda espécie de frustrações. O guarda dos jardins do Catete talvez não ganhe muito, talvez tenha problemas com a família, com rivais, com seja lá quem for. Resultado: descarrega nos caras que aparecem no portão do território que ele supostamente controla. Isso no Rio, em São Paulo, em Porto Alegre, em qualquer lugar.O que fazem as pessoas? Revoltam-se, como o caso do homem que discutiu com o guarda. Ou, quando não têm o regulamento a seu lado, recorrem ao jeitinho que é o antídoto brasileiro para a rigidez da burocracia. Mas nada disso serve. Nada disso é democrático. A verdade é que herdamos uma carga de autoritarismo vinda dos tempos da colônia. Mas estamos aprendendo a mudar. E um dia entraremos nos jardins do Palácio do Catete às oito horas em ponto
O que é melhor?
O Rico e o SábioDiz Aristóteles em uma de suas obras, a Retórica (L. II, c. 16), que certa vez a esposa de Hieron, rei de Siracusa, perguntou ao poeta Simônides o que valia mais: ser rico, ou ser sábio? "Rico", respondeu o poeta; "pois vejo os sábios estarem sempre batendo à porta dos ricos".Conta-se que certa vez relataram a um filósofo a resposta dada por Simônides à esposa de Hieron, e ele acrescentou: "Bem, é verdade que os sábios em geral batem à porta dos ricos, e que os ricos não batem à porta dos sábios; mas, isto é porque os sábios sabem o de que precisam, e se os ricos não procuram os sábios é porque não conhecem quais são as suas necessidades" (atribuído a Antístenes)Fonte: MENDONÇA, E. P. de. O Mundo Precisa de Filosofia. 2. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1970, p. 9 e 10.
O Rico e o SábioDiz Aristóteles em uma de suas obras, a Retórica (L. II, c. 16), que certa vez a esposa de Hieron, rei de Siracusa, perguntou ao poeta Simônides o que valia mais: ser rico, ou ser sábio? "Rico", respondeu o poeta; "pois vejo os sábios estarem sempre batendo à porta dos ricos".Conta-se que certa vez relataram a um filósofo a resposta dada por Simônides à esposa de Hieron, e ele acrescentou: "Bem, é verdade que os sábios em geral batem à porta dos ricos, e que os ricos não batem à porta dos sábios; mas, isto é porque os sábios sabem o de que precisam, e se os ricos não procuram os sábios é porque não conhecem quais são as suas necessidades" (atribuído a Antístenes)Fonte: MENDONÇA, E. P. de. O Mundo Precisa de Filosofia. 2. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1970, p. 9 e 10.
Pra ti, Nani!
AmanhãGuilherme ArantesAmanhã será um lindo diaDa mais louca alegriaQue se possa imaginarAmanhã, redobrada a forçaPra cima que não cessaHá de vingarAmanhã, mais nenhum mistérioAcima do ilusórioO astro rei vai brilharAmanhã a luminosidadeAlheia a qualquer vontadeHá de imperar, há de imperarAmanhã está toda a esperançaPor menor que pareçaO que existe é pra festejarAmanhã, apesar de hojeSer a estrada que surgePra se trilharAmanhã, mesmo que uns não queiramSerá de outros que esperamVer o dia raiarAmanhã ódios aplacadosTemores abrandadosSerá pleno, será pleno
AmanhãGuilherme ArantesAmanhã será um lindo diaDa mais louca alegriaQue se possa imaginarAmanhã, redobrada a forçaPra cima que não cessaHá de vingarAmanhã, mais nenhum mistérioAcima do ilusórioO astro rei vai brilharAmanhã a luminosidadeAlheia a qualquer vontadeHá de imperar, há de imperarAmanhã está toda a esperançaPor menor que pareçaO que existe é pra festejarAmanhã, apesar de hojeSer a estrada que surgePra se trilharAmanhã, mesmo que uns não queiramSerá de outros que esperamVer o dia raiarAmanhã ódios aplacadosTemores abrandadosSerá pleno, será pleno
Concurso Público é Uma Piada Adeus, pessoal! Escrevo pra vcs pra me despedir, pois estou de mudança para Brasília... Espero ainda conseguir marcar um encontro antes da minha despedida... Passei em um concurso público para assessor de deputado e vou assumir o cargo. Caso vocês tenham interesse em concorrer no próximo concurso, encaminho a prova que fiz para que vocês possam estudar e irem se preparando. Assim que tiver novo concurso, aviso todos. CONCURSO PÚBLICO INTERNO para concorrer a uma vaga de assessor de Deputado. As questões foram elaboradas a pedido do digníssimo atual Presidente da Câmara para provar que não existe essa história de nepotismo e que é preciso estudar e ter seu cargo garantido após uma prova . QUESTÕES: 1) Um grande presidente brasileiro foi Castelo ________( ) Roxo( ) Preto ( ) Branco ( ) Rosa choque ( )Amarelo. 2) Um líder chinês muito conhecido chamava-se Mao-Tsé______ ( ) Tang( ) Teng( ) Ting( ) Tong ( ) Tung. 3) A principal avenida de Belo Horizonte chama-se Afonso_______ ( ) Pêlo( ) Pentêlho( ) Penugem ( ) Pena( ) Cabelo. 4) O maior rio do Brasil chama-se Ama_______( ) boates ( ) zonas ( ) cabarés ( ) relinho ( ) puteiro. 5) Quem descobriu a rota marítima para as Índias foi ________( ) Internacional ( ) Grêmio ( ) Flamengo ( ) Botafogo ( ) Vasco da Gama. ]6) A América foi descoberta por Cristóvão Co_______ ( ) maminha ( ) picanha ( ) alcatra ( ) lombo ( ) carne de sol. 7) Grande Bandeirante foi Borba _______ ( ) Lebre ( ) Zebra ( ) Gato ( ) Veado ( ) Vaca. 8) Quem escreveu a carta sobre o descobrimento do Brasil foi Pero Vaz de ______ ( ) Anda ( ) Pára ( ) Corre ( ) Dispara ( ) Caminha. 9) Um famoso ministro de Portugal foi o Marques de ________ ( ) Galinheiro ( ) Puteiro ( ) Curral ( ) Pombal ( ) Chiqueiro. 10) D. Pedro I popularizou-se quando __________ ( ) eliminou a concorrência ( ) decretou sua falência ( ) saturou a paciência ( ) proclamou a independência ( ) liberou a flatulência. 11) Pedro Álvares Cabral _________ ( ) inventou o fuzil ( ) engoliu o cantil ( ) descobriu o Brasil ( ) foi pra puta que pariu ( ) tropeçou mas não caiu. 12) Foi no dia 13 de maio que a Princesa Isabel_________( ) aumentou a tanajura ( ) botou água na fervura ( ) engoliu a dentadura ( ) segurou a coisa dura ( ) aboliu a escravatura. 13) Um grande ator brasileiro é Francisco Cu______ ( ) sujo ( ) de ferro ( ) oco ( ) de-cachorro ( ) apertado. 14) O autor de Menino do Engenho foi José Lins do ______ ( ) Fiofó ( ) Cu ( ) Rego ( ) Furico ( )Forevis. 15) O mártir da independência foi Tira___________ ( ) gosto ( ) cabaço ( ) que está doendo ( ) dentes ( ) e põe de novo. 16) D. Pedro I às margens do Rio Ipiranga, gritou__________( ) Hortência volte! ( ) Eu dou por esporte! ( ) Como dói, prefiro a morte! ( ) Independência ou morte! ( ) Maria, endureceu! Que sorte! Estudem!!!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
TERREMOTOS Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer? Exatamente o que disse o General: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. E o que isso quer dizer para a nossa vida? Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos. Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo. É assim que a história nos ensina. Por isso a história é 'a mestra da vida'. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Ética é uma coisa relativa?
O sociólogo Peter Berger escreveu um delicioso livrinho: "Introdução à Sociologia". Um dos seus capítulos tem um título irônico e, no mínimo, curioso: "Como trapacear e se manter ético ao mesmo tempo". Estranho à primeira vista. Mas logo se percebe que, na política moderna, é de suma importância juntar ética e trapaça. Para explicar vou contar uma historieta. Havia numa pequena cidade dos Estados Unidos uma igreja batista. Os batistas, como se sabe, são um ramo do cristianismo muito rigoroso nos seus princípios éticos. Havia na mesma cidade uma fábrica de cerveja que, para a igreja batista, era a vanguarda de Satanás. O pastor não poupava a fábrica de cerveja nas suas pregações... Aconteceu, entretanto, que, por razões "pouco esclarecidas", a fábrica de cerveja fez uma doação de 500 mil dólares para a dita igreja. Foi um auê.. Os membros mais ortodoxos da igreja foram unânimes em denunciar aquela quantia como dinheiro do Diabo e que não poderia ser aceito. Mas, passada a exaltação dos primeiros dias, acalmados os ânimos, os mais ponderados começaram a analisar os benefícios que aquele dinheiro poderia trazer: uma pintura nova para a igreja, um órgão de tubos, jardins mais bonitos, um salão social para festas. Reuniu-se então a igreja em assembléia para uma decisão democrática. Depois de muita discussão registrou-se a seguinte decisão no livro de atas: "A Igreja Batista Betel resolve aceitar a oferta de 500 mil dólares feita pela Cervejaria na firme convicção de que o Diabo ficará furioso quando souber que o seu dinheiro vai ser usado para a glória de Deus."
O sociólogo Peter Berger escreveu um delicioso livrinho: "Introdução à Sociologia". Um dos seus capítulos tem um título irônico e, no mínimo, curioso: "Como trapacear e se manter ético ao mesmo tempo". Estranho à primeira vista. Mas logo se percebe que, na política moderna, é de suma importância juntar ética e trapaça. Para explicar vou contar uma historieta. Havia numa pequena cidade dos Estados Unidos uma igreja batista. Os batistas, como se sabe, são um ramo do cristianismo muito rigoroso nos seus princípios éticos. Havia na mesma cidade uma fábrica de cerveja que, para a igreja batista, era a vanguarda de Satanás. O pastor não poupava a fábrica de cerveja nas suas pregações... Aconteceu, entretanto, que, por razões "pouco esclarecidas", a fábrica de cerveja fez uma doação de 500 mil dólares para a dita igreja. Foi um auê.. Os membros mais ortodoxos da igreja foram unânimes em denunciar aquela quantia como dinheiro do Diabo e que não poderia ser aceito. Mas, passada a exaltação dos primeiros dias, acalmados os ânimos, os mais ponderados começaram a analisar os benefícios que aquele dinheiro poderia trazer: uma pintura nova para a igreja, um órgão de tubos, jardins mais bonitos, um salão social para festas. Reuniu-se então a igreja em assembléia para uma decisão democrática. Depois de muita discussão registrou-se a seguinte decisão no livro de atas: "A Igreja Batista Betel resolve aceitar a oferta de 500 mil dólares feita pela Cervejaria na firme convicção de que o Diabo ficará furioso quando souber que o seu dinheiro vai ser usado para a glória de Deus."
Domingo, 26 de Outubro de 2008
Cachorro Velho
Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho cachorro com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cachorro, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cachorro percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço. O cachorro velho pensa: – “oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou a sua volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cachorro ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador. Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: - Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira em direção das árvores. –“Caramba! Pensa o leopardo, essa foi por pouco! O velho cachorro quase me pega!Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que viu. Negociaria com o predador seu conhecimento de que o cachorro não havia comido leopardo algum, por proteção para si mesmo. E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa: - “Aí tem coisa!”. O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: - “Aí, macaco! Suba nas minhas costas para ver o que acontece com aquele cachorro abusado!”Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: - “E agora o que é que eu posso fazer? Mas em vez de correr (sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...), o cachorro senta, mais uma vez dando as costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz: – “Cadê o safado daquele macaco? Estou com fome! Eu o mandei buscar outro leopardo para mim, e ele tá demorando tanto!”.Moral da história: Não mecha com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõe à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Cachorro Velho
Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho cachorro com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cachorro, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cachorro percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço. O cachorro velho pensa: – “oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou a sua volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cachorro ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador. Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: - Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira em direção das árvores. –“Caramba! Pensa o leopardo, essa foi por pouco! O velho cachorro quase me pega!Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que viu. Negociaria com o predador seu conhecimento de que o cachorro não havia comido leopardo algum, por proteção para si mesmo. E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa: - “Aí tem coisa!”. O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: - “Aí, macaco! Suba nas minhas costas para ver o que acontece com aquele cachorro abusado!”Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: - “E agora o que é que eu posso fazer? Mas em vez de correr (sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...), o cachorro senta, mais uma vez dando as costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz: – “Cadê o safado daquele macaco? Estou com fome! Eu o mandei buscar outro leopardo para mim, e ele tá demorando tanto!”.Moral da história: Não mecha com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõe à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Sofismas famosos!
“Já dizia o sábio grego que todo grego quando falava mentia. Mas se todo grego quando falava mentia o sábio grego também mentia. Mas se mentia, dizia a verdade quando falava que todo grego quando falava mentia. Mas se falava a verdade, mentia! Mas se mentia, falava a verdade!” Mentia ou falava a verdade?Outro legal.“Se Deus é todo poderoso e pode tudo, ele pode fazer uma pedra que não possa carregar! Mas se ele não puder carregar a pedra que fez, não pode tudo! Mas pode tudo se fizer uma pedra que não possa carregar! Mas se não carregar a pedra não pode tudo! Mas pode tudo, inclusive fazer uma pedra que não possa carregar! Pode tudo ou não pode?Deus é concreto ou abstrato?“As nossas idéias dependem do nosso pensamento para existir, certo? E tudo que existe de concreto não depende do nosso pensamento para existir, pois se morrêssemos agora tudo continuaria existindo, certo? A questão é: Deus depende do nosso pensamento para existir? Se a resposta for não, Deus é concreto e não depende do nosso pensamento para existir! Se a resposta for sim, Deus é abstrato e depende do nosso pensamento para existir!”
Sofismas famosos!
“Já dizia o sábio grego que todo grego quando falava mentia. Mas se todo grego quando falava mentia o sábio grego também mentia. Mas se mentia, dizia a verdade quando falava que todo grego quando falava mentia. Mas se falava a verdade, mentia! Mas se mentia, falava a verdade!” Mentia ou falava a verdade?Outro legal.“Se Deus é todo poderoso e pode tudo, ele pode fazer uma pedra que não possa carregar! Mas se ele não puder carregar a pedra que fez, não pode tudo! Mas pode tudo se fizer uma pedra que não possa carregar! Mas se não carregar a pedra não pode tudo! Mas pode tudo, inclusive fazer uma pedra que não possa carregar! Pode tudo ou não pode?Deus é concreto ou abstrato?“As nossas idéias dependem do nosso pensamento para existir, certo? E tudo que existe de concreto não depende do nosso pensamento para existir, pois se morrêssemos agora tudo continuaria existindo, certo? A questão é: Deus depende do nosso pensamento para existir? Se a resposta for não, Deus é concreto e não depende do nosso pensamento para existir! Se a resposta for sim, Deus é abstrato e depende do nosso pensamento para existir!”
três monges....
Certa vez três monges fizeram um pacto, um pacto de silêncio. Por nenhum motivo falariam uma palavra sequer...Ficaram meditando, à luz de uma vela... à noite o forte vento começou a fazer a vela tremular foi quando um monge falou:"olha a vela está se apagando"."-Não fale nada, nosso pact não permitia palavras." Retrucou o segundo monge.Foi quando o terceiro monge falou:"- Parem de falar voces estão quebrando o pacto.".--Pois é... quando reprimimos e cuidamos dos erros dos outros acabamos esuecendo os nossos.--Boa Noite.
Certa vez três monges fizeram um pacto, um pacto de silêncio. Por nenhum motivo falariam uma palavra sequer...Ficaram meditando, à luz de uma vela... à noite o forte vento começou a fazer a vela tremular foi quando um monge falou:"olha a vela está se apagando"."-Não fale nada, nosso pact não permitia palavras." Retrucou o segundo monge.Foi quando o terceiro monge falou:"- Parem de falar voces estão quebrando o pacto.".--Pois é... quando reprimimos e cuidamos dos erros dos outros acabamos esuecendo os nossos.--Boa Noite.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Lendas Urbanas
Propaganda Subliminar.
Na década de 60, em plena ditadura militar no Brasil (e guerra fria no mundo), enquanto centenas de pessoas morriam pisoteadas em meio às multidões enlouquecidas pelos shows dos beatles, circulava de boca em pé de orelha, em bares e reuniões dançantes, a história de uma horripilante pesquisa realizada pela CIA sobre a famigerada propaganda subliminar.Na época comentava-se, inclusive, de que esta “propaganda” teria sido largamente usada por Hitler na sua demente carnificina. E mais, segundo os vanguardeiros daqueles anos de chumbo este tipo de técnica de hipnose coletiva para manipulação das massas já existia desde os primórdios do cinema, no início do século XX.A técnica subliminar consistia no seguinte artifício: colocavam-se frases comandos, intercaladas, entre os quadrinhos da fita do filme que seria projetado, baseado na premissa de que na visão humana o cérebro de uma pessoa que assiste a uma sessão cinemetográfica consegue captar inconscientemente as frases comandos, devido ao fato de que os olhos perceberiam a movimentação no filme de 46 em 46 quadrinhos, daí a chave para o funcionamento da propaganda sacana, ou seja, sem ter consciência os olhos da pessoa captariam a imagem da frase elaborada pelos patifes e mandaria direto para as camadas inconscientes da mente da vítima, sem passarem pelo filtro dos freios morais, causando nos espectadores uma espécie de comando hipnótico.A CIA teria, então, para comprovar a falcatrua, promovido uma sessão de cinema aberta ao público, em New York (talvez você tenha participado), em que as frases comandos colocadas na fita seriam “beba coca-cola e coma pipoca”. Durante a exibição da película foi tudo normal como em qualquer outra, mas no final, quando os espectadores saíram do prédio do cine, aglomeraram-se histericamente em torno de duas barraquinhas colocadas estrategicamente nos dois lados da saída, sendo que uma vendia pipoca e a outra coca-cola. Nem é preciso dizer que todos os produtos foram vendidos!
Na década de 60, em plena ditadura militar no Brasil (e guerra fria no mundo), enquanto centenas de pessoas morriam pisoteadas em meio às multidões enlouquecidas pelos shows dos beatles, circulava de boca em pé de orelha, em bares e reuniões dançantes, a história de uma horripilante pesquisa realizada pela CIA sobre a famigerada propaganda subliminar.Na época comentava-se, inclusive, de que esta “propaganda” teria sido largamente usada por Hitler na sua demente carnificina. E mais, segundo os vanguardeiros daqueles anos de chumbo este tipo de técnica de hipnose coletiva para manipulação das massas já existia desde os primórdios do cinema, no início do século XX.A técnica subliminar consistia no seguinte artifício: colocavam-se frases comandos, intercaladas, entre os quadrinhos da fita do filme que seria projetado, baseado na premissa de que na visão humana o cérebro de uma pessoa que assiste a uma sessão cinemetográfica consegue captar inconscientemente as frases comandos, devido ao fato de que os olhos perceberiam a movimentação no filme de 46 em 46 quadrinhos, daí a chave para o funcionamento da propaganda sacana, ou seja, sem ter consciência os olhos da pessoa captariam a imagem da frase elaborada pelos patifes e mandaria direto para as camadas inconscientes da mente da vítima, sem passarem pelo filtro dos freios morais, causando nos espectadores uma espécie de comando hipnótico.A CIA teria, então, para comprovar a falcatrua, promovido uma sessão de cinema aberta ao público, em New York (talvez você tenha participado), em que as frases comandos colocadas na fita seriam “beba coca-cola e coma pipoca”. Durante a exibição da película foi tudo normal como em qualquer outra, mas no final, quando os espectadores saíram do prédio do cine, aglomeraram-se histericamente em torno de duas barraquinhas colocadas estrategicamente nos dois lados da saída, sendo que uma vendia pipoca e a outra coca-cola. Nem é preciso dizer que todos os produtos foram vendidos!
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